Troféu O Equilibrista

No segundo semestre do ano é realizado o principal evento do IBEF. Os associados votam e escolhem, dentre eles, o Executivo de Finanças do Ano – ganhador do troféu Equilibrista – e os Destaques IBEF-RS, que recebem diplomas de mérito. Vários detentores dos mais expressivos currículos profissionais do Rio Grande do Sul integram a selecionada lista de agraciados com o troféu e os diplomas.

A história do troféu “O Equilibrista”

A história da escultura que homenageia o Executivo de Finanças começou quando o então presidente do IBEF/São Paulo, Renato Frascini, conheceu o escultor Osni Branco.

Foi uma dessas felizes coincidências, sobre as quais se pode dizer que “o destino pousou a mão”, pois não precisou muito para que ambos se vissem entregues à tarefa de criar o troféu.

“Vocês são uns equilibristas!”

Logo que se reuniram para iniciar o trabalho, Renato passou a discorrer sobre as atividades do profissional de finanças. Impressionado com o que ouvia, Osni soltou a frase que inspirou a escultura.

Inicialmente, Osni pensou num equilibrista na corda bamba, mas a montagem da peça em metal era inviável. Depois, teve a idéia de colocá-lo em pé sobre uma moeda, baseando-se no fato de que economia é dinheiro e que a função do executivo de finanças é manter o equilíbrio da moeda da sua empresa.

De braços abertos para o mundo

A obra original foi modelada em plastilina (massa plástica) e contém várias mensagens aparentes e ocultas, baseadas nos preceitos do “ying” e “yang” da cultura chinesa.

O caractere ideográfico chinês da idéia de amigo é representado por uma pessoa de braços abertos. O gesto natural que acontece quando dois amigos que se encontram é um movimento de recepção e interação com o próximo.

O pé esquerdo à frente lembra o sentimento (senso intuitivo), aquele que dá a resposta antes da razão, que antevê os fatos e, muitas vezes, nos salva sem nos dar explicações. O pé direito apoiado sobre a moeda lembra o lado forte, da razão e do poder.

Unindo os dois hemisférios do potencial humano, chegamos a uma vida harmônica. Hoje, com a velocidade da máquina ultrapassando a velocidade da razão humana, ainda assim o senso intuitivo continua dando a todos respostas mais rápidas e mais surpreendentes.

Na idade do bronze

Em 1984, as estátuas passaram a ser fundidas em bronze, pelo processo de cera perdida (lost wax). A premiação inicial realizou-se no Hilton Hotel de São Paulo, e o privilegiado na época foi o Diretor de Finanças da São Paulo Alpargatas, Sr. Getúlio Reis Arrigo.

Desde então, “O Equilibrista” é o prêmio mais cobiçado do mundo financeiro. Tornou-se âncora do IBEF, transformou-se em adjetivo para qualificar o profissional ético e bem-sucedido, e foi também nome de uma revista do setor.

Direitos da obra

“O Equilibrista” é um prêmio institucionalizado, registrado na Escola Nacional de Belas Artes, com os direitos de uso cedidos pelo seu criador, Osni Branco, ao IBEF, exceto os inalienáveis. Todas as vezes que aparecer a imagem de “O Equilibrista”, ela deverá estar acompanhada do nome do seu criador.

Para japonês ver

A imagem de “O Equilibrista” foi apresentada a todo o mundo pela revista de bordo “Agora”, publicada pela Japan Airlines, edição especial sobre o Brasil, de julho de 1986. Com tiragem de 250 mil exemplares, a revista foi distribuída aos passageiros da Primeira Classe e da Classe Executiva e em toda a agência da JAL no mundo.

1987 – Geraldo Hess (In Memorian)
1988 – Carlos Tadeu Agrifóglio Vianna
1989 – Jorge Luiz Cidade López (In Memorian)
1990 – Ary Burger (In Memorian)
1991 – Telmo Raul Blauth
1992 – Raul Tessari
1993 – Ademar Rui Bratz
1994 – Tito Lívio Jaime Goron
1995 – Cézar Eduardo Lindenmeyer
1996 – Oswaldo Burgos Schirmer
1997 – Luiz Alberto Barichello
1998 – Ricardo Antunes Sessegolo
1999 – Flavio Bressiani
2000 – José Luis Korman
2001 – Luis Fernando Costa Estima

2002 – Frederico Gerdau Johannpeter
2003 – Jorge Luiz Daniel Weiler
2004 – Ademar Schardong
2005 – Eduardo Silva Logemann
2006 – Pedro Pullen Parente
2007 – Fernando Guerreiro de Lemos
2008 – Cristiano Roberto Tatsch
2009 – Astor Milton Schmitt
2010 – Júlio Roberto Andrighetto Mottin
2011 – Cláudio Ness Mauch
2012 – Wladimir Omiechuk
2013 – Julio César Escossi
2014 – César Luiz Saut
2015 – Francisco Olinto Velo Schmitt
2016 – Geraldo Santa Catharina

1992
Osvaldo Burgos Schirmer
Luiz Alberto Barichello
Adão José Machado Jardim

1993
João Carlos Sfredo
Luis Fernando da Costa Estima
Luiz Inácio Petry

1994
Valter Luiz Pereira Schneider
Rogério Vaz Pinheiro
Lori Ferrazzo  (In Memorian)

1995
Cláudio Ness Mauch
Décio José Schnack

1996
Ricardo Russowsky
Nestor Perini
João Carlos Cavalheiro Nedel

1997
Cézar Augusto Busatto
Flavio Bressiani
Wladimir Omiechuk

1998
Cláudio Tadeu Laus Cariboni
Lúcio Flávio Sesti Paz
Paulo Roberto Gomes Leitão

1999
Carlos Ely Garcia Júnior
Mário Stockmannn
Célio Pedro Wolfarth

2000
Antonio Noel Teixeira
Elton da Silva Freitas
Regis Lemos de Abreu

2001
Ademar Schardong
Antonio Rubens de Almeida Neto
José Eduardo Zdanowicz

2002
Anahi Michellini Schimtz
Bolívar Charneski
Vlamir Almeida Ramos

2003
Fernando Guerreiro de Lemos
José Antônio Valiati
Júlio César Escossi

2004
César Luiz Salazar Saut
Reneu Alberto Ries
Jairo Laser Procianoy

2005
José Carlos Hruby
José Paulo Dornelles Cairoli
Olivar Antonio Berlaver

2006
Dagoberto Lima Godoy
Nei César Mânica
Ricardo Richiniti Hingel

2007
Arlindo Paludo
Pedro Antonio Teixeira
Ruy Fernando Vianna Soares

2008
Fernando André Marchet
Geraldo Santa Catharina

2009
José Luiz Faccioni
Nelson Eggers
Wilson Zanatta

2010
Débora de Souza Morsh
Giovanni Cataldi Neto
Idair Lanzarin
Julimar Roberto Rota

2011
Eduardo Giez Estima
Gustavo Leipenitz Ene
Ivo Marcon Brum

2012
Eduardo Bettanin
João Satt Filho
Luiz Fernando Altieri Fassina

2013
Lavínia Leite
Sérgio Rangel
Walter Lidio Nunes

2014
JOSÉ KLEBER DE BARROS ZIÉDE
Haroldo Stumpf
Rafael Dalla Coletta

2015
Gerson Luis Müller
João Francisco Sanchez Tavares
Jorge Luis Tonetto

2016
Marco A. S. Brito
Mauro de Marchi